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Ajoelhaço – tem muito homem disposto a pedir perdão!

O movimento cultural Cooperifa tem dado um belo exemplo da movimentação que pode ser feita para contribuir com o fim da violência contra as mulheres. Os homens se prontificam a assumir a culpa e tentar se redimir. E as mulheres totalmente livres a aceitá-las ou não.

2009

2010

 

 

Por que temos medo de andar na rua de noite? Marcha das vadias e os feminismos

Discutir machismo e feminismo anda tão batido que se corre sério risco de chover no molhado. Há tantos textos excelentes, de pesquisadoras de gênero, de feministas engajadas, de sociólogas, antropólogas e filósofas, que testículos como o meu vão parecer manifestinhos bravios de crianças que emburram. No entanto, em meio às mais despretensiosas conversas entre amigos (homens e mulheres legais, que se dizem combatentes do ideário machista, enfim, machos e fêmeas feministas), vira e mexe nos deparamos com declarações de arrepiar os cabelos! Acho que não podemos temer a chuva.

“O estupro é execrado pelos homens!” “Eu fui criado nessa mesma sociedade e não me tornei machista.” “Não há um aumento em relação aos crimes contra a mulher, está dentro da média esperada”. “A violência atinge a todos, independentemente do sexo”…

Intriga-me o seguinte: por que homens que se dizem feministas ficam tão chateados quando nos referimos à sociedade em que vivemos como machista e misógina? Por que é tão difícil, especialmente para os caras mais legais, entenderem que, não, o estupro e a(s) violência(s) contra a mulher não são frutos da nossa cabeça, que não precisamos ter sido estupradas para termos o direito de falar com propriedade sobre o assunto, uma vez que a opressão é sensível ao mais modesto dos nossos movimentos, e que essa não é uma prática associada apenas a alguns exemplares do sexo masculino, detentores de mentes psicopatas e criminosas?

A violência contra a mulher é um crime de poder e de ódio, reflexo de um modus cogitandi a que estamos todos submetidos.  Fomos ensinados assim e assim ensinamos (a não ser que você acorde do transe e substitua esse discurso por outro). A sociedade é doente do ponto de vista da construção de gênero (e é evidente que afirmo isso porque sou mulher!). E transmite a seus membros, sem exceção, a sua enfermidade. Aos homens, que são incapazes de entenderem o “gostosa” dirigido a uma mulher que passa na rua como uma violência. E às mulheres, que aprendem a se sentirem culpadas e a aceitarem a violência que lhes é conferida, cotidianamente, sem reagir. Pode-se definir o machismo em uma frase curta: a ideia de um feminino submetido a um masculino. Foi consolidado, junto a outros movimentos de opressão, com a vitória do capitalismo. Tão simples e tão complexo.

Não é raro, no entanto, que divergências irreconciliáveis venham se construindo dentro do próprio movimento feminista. Particularmente quando ele se organiza e propõe intervenções, manifestos, marchas e gritos. Podem os homens se manifestar no planejamento das ações feministas? (minhas opiniões, e as explicarei em outro momento, seguem entre os parêntesis: não!) A marcha das vadias é um movimento elitista, que atinge apenas a parte da sociedade que é feminista, já engajada em discussões de gênero? (sim! Mas é a única que propõe mudanças de paradigmas teóricos) Seria a slutwalk uma ação “menos concreta” e “mais ideológica” em relação ao aumento de policiamento e iluminação nas ruas? (NÃO, muito pelo contrário… essas medidas “mais ativas” são apenas paliativas e ineficientes, uma vez que, entre outros fatos, um terço dos casos de estupro ocorrem dentro de casa ou entre conhecidos!)

Explico-me um pouco melhor quanto ao último ponto. É simplesmente inexiste essa separação pretendida entre ações mais “concretas”  e ações mais ideológicas. Toda ação é ideológica  e quando se decide aumentar o policiamento das ruas, ainda que não pareça, está-se propondo que a nossa situação só poderá ser resolvida pelo mesmo Estado que nos impõe essa mesma ideologia que pretendemos abolir.

É uma faca de dois gumes pensar que a ideologia machista tenha que ser combatida com a submisão de seu discurso multi-milenar e onipresente nas sociedades conhecidas (em maior ou menor grau de tentativa de distanciamento desse discurso). De um lado, abordar a questão do ponto de vista discursivo pode parecer utópico e deveras moroso, no entanto, é ingênuo e absolutamente ineficiente imaginarmos qualquer mudança significativa e de base sem que haja, de fato, a “des-hegemonia” desse conjunto de valores e pensamentos. De outro, isso nos ata as mãos para organizarmos ações pertinentes e urgentes que resolvam, ainda que a curto prazo, os ataques acontecendo bem embaixo das nossa fuças.

O problema, na verdade, se constrói porque paira no ar a ideia, também machista em sua raiz, de que o combate imediato à violência que sofremos é um objetivo “simples” de ser alcançado. Basta que se aumente o policiamento nas ruas, as delegacias contra as mulheres, e, claro, que nós nos submetamos a certo toque de recolher e que observemos as impropriedades de nosso vestuário a as evitemos… elementar, meu caro Watson: em busca do empoderamento feminino, busca-se abrigo sob os cace(te)tes dos machos feministas que nos protegem e asseguram. Não é preciso que se exponha o ridículo desse raciocínio.

Chegamos à sinuca de bico que todo e qualquer discurso feminista tenta evitar: o que fazer, então? Não que eu pretenda, aqui, gritar Eureka! e resolver o problema do mundo! Mas acredito na força das palavras e acho que um discurso só pode ser debatido frente a um outro. É imprescindível que o machismo seja combatido em todos os seus componentes. Da indignação do pai ou do marido ou do namorado que teve a sua propriedade violentada (sim, o crime de estupro no Brasil é considerado um crime contra a moral e os costumes e não contra a mulher! E não, não estou deslegitimando o sentimento verdadeiro e solidário de nossos machos feministas, apenas aponto-lhes onde mora o machismo na sua fala) aos atos de ódio de fato, entre eles, o simples desrespeito verbal de um “elogio” entre desconhecidos na rua.

Mariana Musa

Todo estupro é político

“Que se diga: daqui em diante, nenhuma vítima de agressão sexual ousará denunciar seu agressor se ele for uma celebridade, por medo de se ver sob o odioso tratamento a que está submetida a jovem camareira que denunciou Dominique Strauss-Kahn”.

Com essa afirmação, Lysiane Gagnon inicia um artigo publicado no jornal canadense La Presse no último dia 19 de maio. Ao invés de refletir sobre o debate político suscitado a partir da denúncia, as oscilações na bolsa causada pela prisão de um dos homens mais influentes no mundo e a “teoria de complô”, ela apresenta um objetivo muito mais delimitado e inédito: refletir sobre as conseqüências dessa denúncia na vida da própria mulher que a empreendeu.

Segundo Gagnon, “as grandes mídias americanas [leia-se estadunidenses] respeitaram a regra que preserva a identidade das vítimas de agressão sexual (caso contrário, elas seriam acusadas de ultraje na justiça)”. Ainda assim, informações sobre essa mulher foram divulgadas mundialmente, sobretudo pela imprensa francesa: imigrante, 32 anos, mãe, negra, muçulmana. Em relação a esse último aspecto, a articulista considera: “Para os muçulmanos conservadores, uma agressão sexual constitui uma vergonha que recai sobre toda a família e o clã, uma vergonha sobre a qual a mulher é sempre responsável”. Hostilizada, portanto, por diferentes grupos, desde a comunidade américo-guineense às elites francesas, a agredida está sob proteção da polícia e não pode ir a sua casa, nem ao seu trabalho.

A jornalista ainda lembra a frase de um dos advogados de Strauss-Kahn, segundo o qual “ela [a vítima] é muito pouco atraente”, ao que ela acrescenta indignada: “como se apenas as belezas hollywoodianas fossem dignas de serem agredidas por homens conhecidos!”. Para terminar, conclui: “sem a garantia de que elas não serão indevidamente expostas à opinião pública, quantas vítimas de violação ousariam denunciar os seus agressores?”. Acompanho os argumentos da articulista porque considero sua abordagem extremamente relevante para pensar sobre esse e outros casos de estupro, levantando questões sobre denúncia, vergonha e como essas informações são divulgadas pela imprensa.

Ainda que, no futuro, a alegada inocência de Strauss-Kahn venha a ser comprovada, assim como a existência de uma armação para comprometer sua provável candidatura, é essencial lembrar que a dúvida é uma característica recorrente em quase todos os relatos de agressão sexual divulgados pela mídia, nos quais proliferam incertezas sobre o que vem a ser uma agressão desse gênero e sobre o caráter dos envolvidos, sobretudo das vítimas.

O artigo de Gagnon me fez lembrar outra notícia, vinculada na Folha de São Paulo, no dia 18 de fevereiro desse ano, sob o título “Estupro de repórter vira rixa política nos EUA”. Naquele contexto, o alvo do estupro havia sido uma jornalista sul-africana radicada nos Estados-Unidos, Lara Logan, que trabalhava na cobertura da queda do ditador egípicio Hosni Mubarak. Segundo a notícia, “inúmeros blogueiros sugeriram que Logan foi culpada pelo ataque e assumiu o risco como mulher, ‘loira ainda por cima'”, sendo que “outros usaram o episódio para criticar o Egito e os muçulmanos”, além de apresentarem questionamentos sobre se “apalpadelas” configurariam uma agressão sexual (para que não haja dúvidas a resposta é: sim!).

O jornal brasileiro ainda comentou que “muitos culpam a CBS por enviar Logan ao Egito no meio da tormenta”, cogitando a possibilidade de que a atuação de jornalistas mulheres fosse institucionalmente restrita a ambientes seguros. Segundo uma pesquisa da Universidade de Columbia, inúmeras profissionais sofrem abusos em zonas de guerra mas, por serem mulheres, “temem falar a respeito por medo de serem consideradas mais fracas que colegas homens”. Por outro lado, “o Comitê de Proteção de Jornalistas alerta que abusos contra repórteres e ativistas homens também são disseminados em vários lugares, como Irã e Paquistão”.

Na época, fiquei extremamente incomodada com essa notícia, por vários motivos. Apesar de jornalistas de ambos os sexos estarem sujeitos a abusos em zonas de guerra, por que apenas as mulheres deveriam ser alvo de uma proteção especial? No final do século XIX, quando surge a figura do “repórter” na redação dos jornais de grande circulação, sua imagem foi associada à virilidade, como se fosse uma ocupação condicionada por resistência física e psicológica e, em pouco tempo, se tornou um dos cargos mais importantes do jornal. Era, enfim, vista como uma profissão masculina.

É claro que essa distinção foi recorrentemente questionada pela trajetória de mulheres que desempenharam essa função ao longo do tempo, mas a idéia em si parece ter criado raízes. Na verdade, esse tipo de distinção dialoga com uma longa tradição que insiste em buscar evidências para mostrar a incapacidade das mulheres para algumas profissões (ou para qualquer trabalho fora da esfera doméstica). A velha ladainha de naturalizar as diferenças sociais e usar a biologia como prova incontestável de hierarquização das pessoas.

Da mesma forma, o estarrecimento diante da idéia de que mulheres sejam acusadas por “provocarem” seus próprios estupros. As mulheres não são, de forma alguma, vítimas passivas. Mas, ainda assim, são vítimas e é um erro enorme acusar qualquer pessoa, homem ou mulher, de incitar essa prática de violência contra si. Mais constrangedor ainda que esse mesmo argumento tenha sido usado para falar tanto da empregada muçulmana de um hotel de luxo até a repórter loira que atuava como correspondente na Primavera Árabe. Isso ajuda a entender porque o silêncio constitui a única reação de muitas das vítimas de agressão sexual. Mas as experiências degradantes vividas pela camareira e pela jornalista vieram a público e suscitaram o debate na mídia internacional, com conseqüências políticas importantes. Trata-se de casos célebres que, não por acaso, apresentam pontos em comum com outros relatos de estupro, como a da estudante da Universidade Federal do Acre, atacada no último dia 19 de maio.

Esse último crime “causou polêmica” porque, embora colegas e meios de comunicação afirmem que ocorreu um estupro, “os familiares preferiram não registrar queixa” e a universidade divulga que “a garota foi assaltada”. Inúmeras agressões sexuais ocorridas em campus universitário de todo o país vêm ganhando publicidade nos últimos tempos, o que não quer dizer que não existissem antes. É preciso providências urgentes! Mas, por ora, quero refletir sobre a escolha da família dessa jovem. Talvez para preservar a intimidade da vítima diante de uma imprensa sensacionalista, seus parentes preferiram negar o estupro, no lugar de denunciá-lo. Essa hipótese ganha força na medida em que se considera que o culpado não seria encontrado, tão pouco punido, tendo em vista diversos aspectos da realidade brasileira (sociais, culturais, econômicos e por aí vai). Mas há uma questão muito forte, inegável, que envolve honra e vergonha. Assumir que houve um ataque à universitária colocaria em xeque sua moral, assim como de toda a sua família. Mesmo impasse vivido por outras vítimas, pela camareira de Dominique Strauss-Kahn e pela jornalista Lara Logan.

Então, a escolha da família dessa universitária me leva a concluir que todo estupro é político, mesmo que não abale futuras disputas eleitorais, nem gere discussões nos meios de comunicação globalizados. Isso não implica em negar que todo estupro é uma violência, um ato degradante, incondicionalmente condenável. Afirmar que todo estupro é político é dizer que agressores, vítimas, analistas e todos os demais envolvidos se apropriam de diferentes representações e estereótipos de gênero, raça e classe (para citar apenas algumas categorias identitárias) que circulam na sociedade contemporânea. Não raro, notícias e artigos sobre esses episódios tendem a reforçar visões preconceituosas. A contrapartida é que os meios de comunicação também abrem a possibilidade de questionamento e de discussão sobre inúmeras diferenças sociais. As mídias não apenas divulgam denúncias mas podem, eventualmente, abrir espaço para que as vítimas se expressem, se exponham, se refaçam.

Nesse sentido, gostaria de questionar a afirmação de Lysiane Gagnon, com a qual iniciamos esse texto. Será que o caso Dominique Strauss-Kahn, assim como suas repercussões em diferentes instâncias, reforça realmente o silêncio das futuras vítimas de agressão sexual, sobretudo quando agressores são celebridades? Vejamos: a denúncia de uma camareira abalou irremediavelmente a carreira de um homem que, de figura de poder, passou a expressar “vergonha nacional”. Honra e vergonha, valores recorrentemente lembrados nessas situações, sendo mobilizados para avaliar o comportamento do agressor, não apenas das vítimas, como ocorre na maior parte das vezes. Será que, justamente por isso, essa história lamentável não pode ter outros efeitos, como encorajar a romper esse silêncio, colaborando para a afirmação política de homens e mulheres que foram (ou venham a ser) vítimas de agressão sexual?

Lerice de Castro Garzoni

Do inegável empoderamento feminino



Esse post nasceu por culpa de duas criaturas. Uma que me pediu para falar da Dilma (e a relação com a Vale, ver aqui post do Tijolaço) e outro que brigou comigo no Twitter no dia da final do Big Brother Brasil 2011. E estreio, aqui, um pouco em resposta à eles porque seria impossível fazer a primeira coisa e responder ao segundo sem antes falar de algo inquietante – o reforço do protagonismo feminino.

Eu poderia começar a falar do século XIX, cacoete de historiadora, mas vou me ater aos últimos meses. Não há como negar o reforço na busca pelo protagonismo feminino que significou a vitória de Dilma Roussef nas última eleições presidencias. Os argumentos são variados: vai desde a menina de seis anos (filha de uma amiga) que ficou encantada com a possibilidade de também ser, ela mesma, presidenta da república até a vitória de uma mulher no Big Brother Brasil.

Eu vou pular a parte que tenho que me justificar porque assisto esse programa. É fato que outras mulheres já levaram o milhão de reais em outras edições que haviam apelado mais para a origem pobre das ganhadoras do que centrado na trajetória delas. No entanto, o ineditismo da vitória de Maria ficou por conta da moça ser uma espécie de “periguete”, que não esconde desejos, paixões e frustrações em ambiente público, a “inimiga íntima de toda mulher”, como disse aqui a Clarissa. E ainda assim ser reconhecida e premiada em seu protagonismo.

Tenho para mim que o episódio merece meu destaque porque eu não saberia o que pensar da vitória de Maria se a gente não tivesse eleito uma mulher (também pouco adequada aos padrões que se formulam sobre a mulher) para presidenta da república. E vice-versa. Até porque, no ano anterior, o público do BBB havia escolhido um heterossexual, branco e homofóbico como seu herói. Não acho possível que isso seja tão vazio de sentido.

Foi aí que na última terça-feira, para a ira de um amigo historiador, eu comparei as duas. E isso, para alguns, pode ser escandalizador, uma insolência: comparar a “gostosa fútil” com uma poderosa estadista. Minha veia de historiadora social (e feminista um pouco empolgada) não consegue desvincular a relação entre Maria e Dilma na busca pelo protagonismo feminino. Eu confesso que não pesquisei a biografia da BBB, mas não preciso esperar que ela tenha pós-graduação em filosofia para reconhecer a contribuição que sua vitória num reality show significou nesse sentido. Vou deixar de argumentar aqui, para não falar do operário-presidente.

O reforço do protagonismo feminino é inegável e pode até mesmo ter reinaugurado uma guinada do feminismo no Brasil dos dias de hoje. Destacado isso agora, na próxima posso me ater mais a atuação de Dilma como presidenta, mas não abro mão da história social, viu Gália?

Iss’quié orgulho

Porque desse vídeo:

1-tá na net; por mais que seja um recado de Luísa para seus chegados, publicou tá publicado.

2-figura a discussão do post anterior.

3-achei SENSACIONAL, me deu gosto de ver como ela tá bem… sério, não conheço, não sei quem é e não quero saber (também não se trata de criar novos ídolos por uma semana que a internet tem gerado), mas eu abri um sorrisão no fim do vídeo… que orgulho! “Pra quem falou que eu tava mal…” ela está feliz e orgulhosa de suas conquistas. E só.

Para um desavisado cultuante da homofobia, escancarada ou enrustida, as impressões variam desde achar graça, até se revoltar… Daí o motivo de tanto de onde veio isso, quanto dos comentários no próprio You Tube.

A homofobia escancarada está em todos os cantos e normalmente vem de pessoas que chamam os GLBTT de doentes, mal amados… ou qualquer coisa que questione a integridade moral desse grupo. Mas a homofobia enrustida parece estar introjetada numa parcela muito maior da população, é extremamente disseminada nas pessoas que dizem “eu não tenho precoceitos”. Que raiva quando ouço essa frase, sempre fico com vontade de retrucar “SAI DO ARMÁRIO”, não para que esses indivíduos se assumam. Ao contrário: deixem de hipocrisia e mostrem sua real opinião.

Porque contra Bolsonaros é mais fácil argumentar, mas os enrustidos dão muito mais trabalho…

por Calasan